Direito e Revolução


UM GRANDE LÍDER

Mao tsé-tung nasceu em 26 de dezembro de 1883 na província de Hunan, no sul da China. Seu pai era um agricultor rico e severo que o forçava a trabalhar na terra, atrapalhando seus estudos. Em 1911 alistou-se no Exército Republicano para lutar na Revolução Burguesa, que destronou o último imperador, Pinyin Pu-Yi. Essa revolução foi liderada por Sunt Yat-Sen, do Partido Nacional Republicano (Kuomintang).

Anos depois ele também participou de protestos contra o Tratado de Versalhes, que tinha garantido interesses do Japão no território da China. Nessa época Mao teve seus primeiros contatos com a teoria marxista. Em 1º de julho de 1921 foi fundado o Partido Comunista Chinês. Mao, uma das 50 pessoas que estava na cerimônia, previu o futuro da organização: "Uma pequena centelha que incendiará o país".
A China estava praticamente dividida: o Sul, governado por Sunt-Yat-Sin, e o Norte, por um grupo de latifundiários e militares apoiados pelas potências ocidentais. Seguindo orientação de Moscou, o PCC se aliou aos nacionalistas. Com a morte de Sunt Yat-Sen, em 1925, Chiang Kai-Shek tornou-se líder do Kuomintang e passou a perseguir os comunistas.

Em 1929 Mao e seus seguidores se refugiaram em Kiangsim. Cinco anos depois as tropas de Chiang isolaram os comunistas. Mao conseguiu furar o bloqueio e se dirigiu para o Norte no que passou à História como a Grande Marcha. Comandando 100 mil homens (30 mil soldados, 20 mil dos quais feridos, e 70 mil camponeses) percorreu 9.650 km em condições duríssimas, de 16 de outubro de 1934 a 20 de outubro de 1935. Quando se estabeleceu na região de Shensi, no extremo norte do país, a grande maioria dos integrantes da fuga, incluindo o irmão de Mao, Tsé-Tan, tinha morrido. Mas a Grande Marcha o consagraria como principal líder da revolução chinesa. Em 1932, os japoneses estabeleceram na Mandchúria, uma das regiões mais ricas da China, um Estado associado ao Japão, governado pelo imperador deposto, Pu-Yi, e em 1937 invadiram outras províncias chinesas. Com a guerra sino-japonesa, Chiang se aliou ao Exército Vermelho de Mao, que começou a receber ajuda das potências ocidentais para combater os japoneses. Porém, terminada a guerra, em 1945, comunistas e nacionalistas voltaram a se enfrentar. Mesmo com o apoio dos Estados Unidos ao Kuomintang e sem a ajuda da União Soviética, as tropas de Mao dominaram a China, forçando os nacionalistas a se refugiar em Formosa (Taiwan).

A China dividiu-se entre duas lideranças distintas - a República Popular comandada por Mao e a República Nacionalista de Chiang Kai-Shek. "Nunca mais nosso povo será humilhado e ofendido. Que os reacionários tremam diante de nós, estamos de pé. O vento que sopra do Oriente é vermelho", afirmou Mao ao assumir o governo da China em 1º de outubro de 1949. A missão gigantesca de Mao, modernizar um país quase que totalmente de agricultores, encontrou muitos desafios e provocou insatisfação popular e nas Forças Armadas. Chefiando um grupo guerrilheiro, MaoTsé-Tung combateu imperialistas, burgueses, japoneses e nacionalistas até se tornar o Grande Timoneiro da China em 1949. Ele explicava sua estratégia: "A revolução chinesa será feita com longas e complicadas guerrilhas de gente do campo estabelecendo posteriormente áreas liberadas que se tornarão cada vez mais extensas". E assim o país se tornou comunista. Em 1959 ele foi forçado a abandonar o país e admitiu: "Não entendo nada de planejamento industrial". Mas, como presidente do Comitê Central, do PCC, Mao manteve sua influência na China. Em 1966 ele liderou a Revolução Cultural, quando milhares de jovens, os guardas vermelhos, prendiam os inimigos do Grande Timoneiro. Depois de três anos de conflitos, com o apoio do Exército, Mao conseguiu restabelecer a ordem no país. No início da década de 70 ele realizou seus dois grandes últimos atos na política externa. Em 1971 conseguiu que sua República Popular fosse admitida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como a única representante dos chineses, em lugar de Formosa. No ano seguinte recebeu em Pequim o presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon. Em 9 de setembro de 1976, Mao Tsé-Tung morreu, aos 82 anos.



Escrito por Leandro Santos às 12h45
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NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES VOTE EM UM CANDIDATO NAZISTA

Ano de eleições municipais. Por que não ter um prefeito nazista? Ou um vereador nazista? O que Hitler fez durante a Segunda Guerra foi uma insanidade que prejudicou a imagem e as idéias nazistas. Seis milhões de mortos durante o Holocausto não podem ser imputados ao nazismo. Foram um erro histórico promovido por péssimos intérpretes das idéias nazistas. Felizmente ficou no passado. O nazismo que Hitler promoveu na Alemanha não tem nada a ver com o verdadeiro nazismo, que pretende melhorar o mundo, promover a igualdade e a justiça social, defender a vida, educar e alimentar o povo.

Pois não é exatamente esse o discurso dos comunistas e socialistas no Brasil? Releia o parágrafo acima e troque Hitler por Lênin ou Stálin; troque Alemanha por União Soviética; troque nazismo por comunismo ou socialismo; e, mais importante, troque 6 milhões por 100 milhões. O resultado será o mesmo discurso pronunciado pelos promotores da causa socialista e comunista no Brasil.



Escrito por Leandro Santos às 16h21
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Ampliação deixa União Européia mais racista e xenófoba / Relatório sobre Direitos Fundamentais denuncia discriminação a estrangeiros e ciganos

Os ciganos da República Checa e da Eslováquia não têm direito a votar nestas eleições européias. Os da Hungria têm dez anos a menos de expectativa de vida que seus compatriotas. Na Holanda, 60% dos requerentes de asilo são recusados por processo sumário e, na Alemanha, nem mesmo os afegãos ou iraquianos conseguem o estatuto de refugiado.
O relatório de 2004 sobre Direitos Fundamentais na União Européia, o primeiro que inclui os dez novos países, oferece um perfil mais racista e xenófobo da Europa, com práticas inéditas em sua maioria contra estrangeiros e ciganos.
O relatório sobre os direitos fundamentais na UE é elaborado todos os anos por especialistas nacionais para a Comissão Européia. O relativo à Espanha, redigido pela constitucionalista Teresa Freixes, deplora a reforma da Lei de Instrução Criminal adotada em 2003, que permite manter um detido incomunicado durante 13 dias. Também destaca a violência doméstica, que custou a vida de 77 mulheres no ano passado, e as discriminações sofridas pelos imigrantes e as minorias étnicas.
No contexto geral do relatório da UE, a Espanha merece apenas a censura dos especialistas sobre a contagem das situações mais denunciáveis. E isso apesar de serem numerosas entre os antigos membros da União. Na Áustria, confinam-se em velhos cárceres os que pedem asilo, na França se exerce violência sistemática contra os expulsos, na Bélgica os imigrantes ilegais podem ficar detidos de forma indefinida se não cooperarem em sua repatriação. Na Itália, Portugal e Suécia, é expulso quem pede asilo, mesmo que tenha apelado contra a expulsão.
Os novos membros abrem o leque das atitudes xenófobas. Os casos mais preocupantes são os da Estônia e Letônia. No primeiro país, até 162.890 pessoas, 12% da população, são consideradas "não-cidadãs" ou apátridas, portanto sem direito a participar das eleições gerais. Na Letônia têm esse mesmo status 494.319 pessoas, muitas delas de origem russa, numa população total de 2,3 milhões. E os especialistas indicam que os novos países da União estão fazendo esforços para resolver essas situações, mas reconhecem que ampliam ainda mais a face racista e xenófoba da Europa.
O relatório também critica alguns aspectos das normas européias aprovadas durante o ano passado na incipiente política de Justiça e Interior da UE. Consideram que os três anos de prazo máximo definido na diretriz de reagrupamento familiar para permitir a entrada de parentes é "desproporcional", e também criticam que essa diretriz permite que os países analisem as "condições de integração" dos menores com mais de 12 anos para permitir seu reagrupamento.
Os ciganos vivem na Europa em pior situação socioeconômica que o resto dos cidadãos, com diversos tratamentos discriminatórios. Como salientou o relatório, isso ocorre no Reino Unido (recusa-se previamente sua entrada), na Grécia, Espanha, Suécia, Itália ou Polônia.
Os especialistas nacionais (quase todos provenientes do mundo acadêmico) fazem um apelo especial para que suspender o assédio policial permanente a que os submete a Eslováquia e destacam o fato de que os ciganos húngaros têm uma expectativa de vida dez anos menor que seus compatriotas.

Da difícil situação que sofrem na Espanha, o relatório nacional destaca um lado espetacular: 70% dos ciganos de mais de 14 anos não vão à escola; entre as garotas, á proporção é de 90%.
A perda de liberdades individuais devido à luta antiterrorista depois dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 em Nova York se consolidou na Europa, segundo o relatório. Especialmente preocupantes são as práticas britânicas, como a prisão sem julgamento, e as escassas garantias processuais na Estônia, Chipre e Eslováquia.
Continua recuando também o direito à confidencialidade, e os especialistas deploram as listas negras autorizadas aos bancos e seguradoras da Bélgica, Lituânia, Polônia, República Checa e Eslováquia.
Há tendência a se limitar esse direito à vida privada na Dinamarca, Holanda e Luxemburgo, e se critica abertamente o acordo assinado com os Estados Unidos que permite a esse país deter e conservar os dados dos passageiros aéreos. Os especialistas lembram que as normas européias só permitem o uso desses dados com o consentimento do consumidor.
Os dez novos países trazem para a União Européia várias discriminações contra outras coletividades. Por exemplo, na Hungria os presos que têm Aids são separados, na Eslováquia se utilizam camas-celas para os doentes mentais, e o passado comunista é um obstáculo importante na República Checa para se obter um cargo no funcionalismo público.


Escrito por Leandro Santos às 15h18
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"NUNCA ESTENDEREI A MÃO PARA IMPERIALISTAS NORTE AMERICANOS"

O dia da posse do novo presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, mais de 150 mil pessoas festejaram em Brasília. Centenas de ônibus saíram das cidades principais do país, contingentes de indígenas vieram dos cantos mais distantes da Amazônia para celebrar. “Foram festejar o triunfo do seu presidente, do presidente que pela primeira vez representa o povo”, comentou a Tribuna da Imprensa (2 de janeiro). Num contraste com a sucessão de politiqueiros corruptos que têm ocupado o Palácio do Planalto depois da queda do regime militar, houve um sentimento de que Lula é “um de nós”. 

Mas além da euforia popular, a dura realidade é, que o ex-sindicalista e chefe do social-democrata Partido dos Trabalhadores (PT), que foi eleito junto com seu vice, o industrial José Alencar do direitista Partido Liberal (PL), vai presidir um regime burguês que governará o país não em interesse do “povo” senão pelo lucro da Bovespa e Wall Street. Anuncia com grande barulho seu programa assistencialista de “Fome Zero”, mas vai implementar as políticas de fome do Fundo Monetário Internacional. A tarefa que os donos do Brasil têm conferido em Lula é de conseguir que as massas trabalhadoras engulam as “reformas” anti-operárias que seus antecessores direitistas não alcançaram impor.

O Lula foi selecionado como mandatário do país desta vez, em sua quarta campanha presidencial, principalmente devido à crise econômica generalizada que abrange a maior parte dos países da América Latina, à “moderação” de seu programa e ao fato de que os trabalhadores que votaram por ele serão firmemente encandeados a seus inimigos de classe. Como nas campanhas anteriores, o PT formou uma coalizão de colaboração de classes tipo “frente popular” como garantia de suas “boas intenções” frente ao capital. Mas desta vez o “aliado” capitalista foi ainda mais direitista que no passado: o Sr. Alencar é o rei das camisetas produzidas a salários de fome pelo Walmart e chefe da igreja de turma para esvaziar os bolsos dos pobres.

Ao nível continental, Lula vai cumprir com os requisitos dos amos imperialistas em Washington. Depois de uma visita com o presidente norte-americano, Lula declarou que voltaria ao Brasil “convencido de que terei no presidente Bush um importante aliado” (O Globo, 11/12/02). Como primeiro encomendado, ainda antes de tomar posse, o presidente eleito intervem na crise venezuelana. Ao mesmo tempo que FHC envia um navio petroleiro para substituir o petróleo faltante devido ‘a greve  patronal, o Lula envia um emissário a Caracas que aconselha ao presidente Hugo Chávez a chegar a um conchavo com a oposição de direita. Daqui a pouco tempo pode-se esperar que o mandatário brasileiro dará lições de política econômica “responsável” ao governo argentino do presidente Duhalde, considerado “menino mau” pelo FMI, devido à gastança dos governadores peronistas . Assim cumpre seu papel de bombeiro latino-americano do consórcio banqueiro imperialista. Anteriormente, o chefe do PT havia declarado que a Área de Livre Comércio da América seria “equivalente à anexação do Brasil pelos Estados Unidos”. Este foi um dos pontos que mais apreciaram  nele os “anti-globalizadores” do Fórum Social Mundial. No passado, Lula foi uma das “estrelas” do FSM. Embora, na audiência com o chefe do imperialismo ianque o presidente eleito do Brasil declarou que “a ALCA pode representar a abertura dos mercados dos EUA e Canadá” aos produtos brasileiros, “sobretudo no setor agrícola”.  Assim, em recompensa do apoio que lhe tem dado em sua campanha presidencial capitalistas como Ademerval Garcia da Associação Brasileira de Exportadores de Laranja, Brasil se convertirá numa “república laranjeira”. Mas isto seguramente não diminuiria o entusiasmo pelo novo governo entre os frente-populistas pequeno-burgueses e burgueses que se reúnem cada ano em Porto Alegre.

Ao nível interno, o governo lulista vai impor a “reforma previdenciária” que o governo FHC fracassou em implementar. O Lula agora propõe um teto de R$2.200 (dez salários mínimos), ou seja menos de US$700 ao mês. Isto não é um caso isolado. Pouco mais de um mês de sua eleição, Lula convidou centenas de sindicalistas ao Hotel Sheraton de São Paulo para anunciar que “a partir de agora acabou a moleza”. No mesmo discurso anunciou que “de não tiver condições” nem sequer vão pagar o ridículo salário mínimo vital que propugnou o PT durante a campanha (O Globo, 27de novembro de 2002). Logo anunciou que no lugar dos R$240 prometidos, somente serão R$210!



Escrito por Leandro Santos às 16h55
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MOVIMENTO ANTI GLOBALIZAÇÃO NA ITÁLIA

                                                                                                              Carlo Giuliani, manifestante anti-globalização é assassinado
pela polícia italiana durante confrontamentos ocorridos por
causa de reunião do G-8 em Gênova. O Estado mostra sua faceta
mais violenta e cruel na defesa dos seus próprios interesses.

Escrito por Leandro Santos às 16h33
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 SE VOCÊ QUER AJUDAR O BRASIL DIGA NÃO !!!

Escrito por Leandro Santos às 09h55
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DIGA NÃO A ALCA !!!

Bons tempos aqueles em que o império anexava os rivais mais fracos marchando pela sua capital com tropas fortes e imponentes, pois hoje estamos sendo anexados e nem sabemos direito por quem. Bons tempos que sabíamos os métodos de ataque e avanço do império, quando os povos sabiam com quem reclamar ou contra quem lutar para evitar uma anexação inimiga. Bons tempos ou não, o Império é sempre algo ruim.

Quando falo hoje em Império, não me refiro aos EUA, mas em certo ponto de vista poderia fazê-lo, pois é o país onde concentram-se o maior número de fortificações e instalações imperiais (leia-se grande número de gigantescas empresas capitalistas, bancos, financeiras e instituições deste escalão). Além do que boa parte dos políticos americanos de fato trabalham para estes grandes generais do império como agentes, arautos dos capitalistas, que de forma excusa e desisteresseira, ou de forma clara e descarada, defendem com unhas e dentes interesses somente destes patrões. Assim, no que chamamos hoje em dia de Império, os EUA formam a maior parte dos aristocratas no comando.

Este Império está nos anexando, mas não vimos tropas cruzando nossa fronteira ou marchando sobre nossa capital. Ainda temos certa independência, apesar de que exibimos fortíssimos sinais de clara anexação (não me refiro aos EUA e sim ao Capital Global). Exibimos estes sinais de anexação e toda a parte: quando mostramos que oito em cada dez pequenas empresas que abrem fecham após quatro anos, devido em grande parte a impossível concorrência com os produtos imperiais (sejam nacionais ou importados); quando o dólar (moeda imperial) sobe e o pão nosso de cada dia passa a 30 centavos pois por algum motivo bizarro não produzimos trigo suficiente em nosso "pequeno" país; ou quando alguém do império diz, com cinismo, que essa terra não é boa para o capital se multiplicar e o Império pára de jogar migalhas para a nossa economia; quando exibimos com orgulho a nova fábrica estrangeira que explorará nosso trabalhador com 300 dólares de salário (me refiro ao metalúrgico que ganha mais ou menos isso) enquanto o mesmo cargo de metalúrgico nas sedes no Império ganha 2000 dólares para fazer o mesmo serviço. Enfim o colonialismo não acabou, só mudou de nome e nos ataca de todas as formas.

Escrevi toda essa introdução e falatório sobre Império para adentrar um ponto mais específico das ações imperiais, pois de um tempo para cá começou a surgir uma palavra, na verdade uma sigla, no vocábulo desta semi independente província sulista. É a tal da A.L.C.A - Área de Livre Comércio das América, que englobaria todos os países da América exceto Cuba. As pessoas tem comentado muito, até um plebiscito teve. Mas muitos apenas repetem o que vêem na TV ou lêem em jornais, dizendo equivocadamente que a ALCA pode ser uma boa para o Brasil. Afirmo com toda certeza que para nós a ALCA seria apenas um equívoco e um economicídio (suicídio econômico), por vários motivos que vou tentar explicar de forma breve e simples:

-          Os EUA sozinho produzem aproximadamente 9 trilhões de dólares por ano, o resto todo da América somado produz pouco mais de 1 trilhão. Significando portanto que de todo o capital que giraria na ALCA 90% seria produzido nos EUA.

-          Os EUA tem capacidade econômica, tecnológica, operacional e ainda mão de obra para ser competitivo em praticamente todas as áreas de todos os setores, assim sendo todos os países da América sairiam em desvantagem na competição. Temos aqui o exemplo do México que após o NAFTA (North America Free Trade Area - Área de Livre Comércio da América do Norte) viu o seu PIB crescer de forma aparentemente positiva, mas sabendo-se que desse PIB 93% é produzido por empresas americanas e que a grande maioria delas está o mais próximo possível da fronteira americana (Rio Grande), podemos concluir que o México entrou no NAFTA para ser o peão de obra, produzindo como um cão como um 51º estado americano que não se beneficia por ser parte do Império, é como uma Senzala.
- O Brasil é competitivo com os EUA em pouquíssimos setores: soja, gado, aviões, deixa eu ver, soja, gado, e tem aviões também, acho que... é... laranja talvez... Enfim no máximo uns 10 setores, para não dizer menos. Nossa indústria, o pouco que ainda resta, seria ESMAGADA pela indústria americana que remeteria lucros absurdos para os EUA e nós só produzindo para o PNB deles aumentar e aliviar a carga de trabalho do povo do Império. Bom para eles, péssimo para 80% todos nós.
- Os EUA já possuem acordo de livres comércio com todos as economias mais significativas da América do Sul, portanto, a ALCA é claramente uma proposta para anexar a economia brasileira à americana definitivamente.

 

Por esses principais motivos é que não devemos deixar a ALCA terminar de nos anexar, do contrário, tudo estará perdido e nas mãos do Império. Aderir a ALCA é dizer adeus a qualquer aspiração de independência econômica e conseqüentemente política que o Brasil venha a ter. Aliás, fiquei feliz com o plebiscito ocorrido, teve certa divulgação mas não muita infraestrutura nacional, visto que um ou dois partidos organizaram e uma ou outra entidade sem muita significância. Apesar de que foram 10 milhões os votantes, tendo 98% votado contra a tal área de livre exploração da América. É um número a ser considerado já que as pesquisas eleitorais contam com menos de 3 mil pessoas entrevistadas... Mas enfim, se aderirmos a ALCA vou fazer campanha para que todo habitante das Américas tenha direito de votar e lançar candidatos a presidência dos EUA. Só assim eu realmente me sentiria do Império e não como um escravo de uma província qualquer que eles mal sabem o nome. Não ao economicídio, não a ALCA!!!



Escrito por Leandro Santos às 09h54
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MORTE AO CAPITALISMO

               MANIFESTAÇÕES NA ARGENTINA

Escrito por Leandro Santos às 09h48
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ALGUMA SEMELHANÇA ???



Escrito por Leandro Santos às 23h25
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O PAÍS DO CARNAVAL E DO FUTEBOL



Escrito por Leandro Santos às 22h48
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NORDESTE DO BRASIL, TERRÍVEL.

Escrito por Leandro Santos às 11h49
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EU TENHO UM SONHO

Há os que estudam direito e que têm como objetivo o sucesso profissional... Há os que estudam direito porque têm um sonho...Sim, eu tenho um sonho...
E nesse sonho está o Direito e a Justiça do Trabalho. Essa "justicinha", que simplesmente regula a relação capital-trabalho, relação esta sobre as quais se assentam tantas outras, tantas aspirações e que para muitas pessoas é sinônimo de "sobrevivência".
Christophe Dejours in A loucura do trabalho chama a atenção para o fato de que o trabalho contribui para a formação da personalidade, através da construção da auto-imagem, mostrando que ele não é fonte apenas de satisfação patrimonial, mas pode ser fonte de satisfação simbólica e emocional do trabalhador.
IPTAN 2004
 


Escrito por Leandro Santos às 11h34
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FOICE E O MARTELO E IMAGEM DA URSS NA SEGUNDA GRANDE GUERRA



Escrito por Leandro às 20h39
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ALGUNS PENSAMENTOS DE GRANDES FILÓSOFOS

"O primeiro homem que inventou de cercar uma parcela de terra e dizer 'isto é meu', e encontrou gente suficientemente ingênua para acreditar nisso, foi o autêntico fundador da sociedade civil. De quantos crimes, rousseau.jpg (2238 bytes)guerras, assassínios, desgraças e horrores teria livrado a humanidade se aquele, arrancando as cercas, tivesse gritado: Não, impostor"
Jean-Jacques Rousseau

"A propriedade privada introduz a desigualdade entre os homens, a diferença entre o rico e o pobre, o poderoso e o fraco, o senhor e o escravo, até a predominância do mais forte. O homem é corrompido pelo poder e esmagado pela violência"
Jean-Jacques Rousseau

"O movimento proletário é o movimento autônomo da imensa maioria no interesse da imensa maioria."
Karl Marx e Fridrich Engels
engels12.jpg (5450 bytes)

"As idéias dominantes de uma época sempre foram as idéias da classe dominante."
Karl Marx e Fridrich Engels

"Os comunistas não se rebaixam a dissimular suas opiniões e seus fins. Proclamam abertamente que seus objetivos só podem ser alcançados pela derrubada violenta de toda a ordem social existente. Que as classes dominantes tremam à idéia de uma revolução comunista! Os proletários nada têm a perder a não ser suas algemas. Têm um mundo a ganhar. Proletários de todo o mundo: uni-vos". Karl Marx e Friedrich Engels

"Os que no regime burguês trabalham não lucram e os que lucram não trabalham."
Karl Marx e Fridrich Engels

"Não é a consciência dos homens que determina o seu ser, mas, ao contrário, é o seu ser social que determina sua consciência" Karl Marx

"Não é a história que usa o homem para realizar os seus fins; aomarx11.jpg (4979 bytes) contrário.. ela nada mais é do que a atividade do homem que persegue seus fins" Karl Marx

"A burguesia rasgou o véu sentimental da família, reduzindo as relações familiares a meras relações monetárias" Karl Marx

"A religião é o suspiro da criatura aflita, o estado de ânimo de um mundo sem coração, porque é o espírito da situação sem espírito. A religião é o ópio do povo" Karl Marx



Escrito por Leandro às 20h22
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LULA EM 87

"Nós hoje somos um país com praticamente 20 milhões de crianças abandonadas; nós somos um país com 16 milhões de analfabetos; nós somos um país aonde [sic] a história é contada pela Rede Globo de Televisão porque o senhor Roberto Marinho não faz outra coisa a não ser mentir para o povo."

DÁ ATÉ PRA RIR NÉ? QUANDO LULA FOI EMPOSSADO PRESIDENTE SÓ A REDE GLOBO TEVE ACESSO AS IMAGENS, SERÁ QUE ELE NÃO MUDOU DE DISCURSO TAMBÉM NA POLÍTICA???



Escrito por Leandro às 20h20
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